Nas edições online de hoje do jornal Público e Expresso vem noticiado o convite feito a Diogo Infante para director artístico do Teatro Nacional D.Maria II.
Incomoda-me esta promiscuidade! O Diogo Infante demitiu-se à menos de uma semana da direcção do Maria Matos alegando falta de meios financeiros para prosseguir o programa daquele teatro, vem agora confirmar o convite para dirigir o maior teatro nacional bem como o orçamento mais folgado, quando a actual equipa nem foi sequer notificada! Terá sido mesmo a falta de dinheiro que o fez sair do MM ou foi o convite estatal? O orçamento do DMII tem sido generoso mas isso não tem impedido de ser um poço sem fundo em termos de qualidade. Que tipo de programação irá apresentar o novo director, mais programação pró umbigo ou irá verdadeiramente fazer serviço público e devolver aquele teatro à cidade de Lisboa.
Esta situação deveria transparente, nada tenho de pessoal contra o Diogo Infante apenas quero referir que estas entradas e saídas estão a ser mal geridas e deve-se respeitar quem está neste momento (ainda) na direcção do D. Maria II.
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Ontem conheci o Pedro, Pedro Seromenho, escritor e ilustrador de livros infantis. A empatia foi instantânea, falou-me dos seus projectos, está iniciar o terceiro volume de uma saga de aventuras para os mais pequenos, o segundo volume está pronto a seguir para o formato de livro e o primeiro é a razão do nosso encontro, o Pedro veio à minha livraria apresentar o primeiro volume da aventura A Nascente de Tinta que tem como herói um menino de cinco anos cheio de poderes mágicos, o Gonçalo. Felizmente a história tem tido bastante aceitação e acabou de sair a 4ª edição.
Perante uma plateia de vinte crianças que seguiram atentamente os detalhes desta aventura, ficaram a conhecer lugares exóticos como os Reinos das Letras, das Mãos, a Colina dos Desejos ou o Deserto das Ideias. Riram com a Formiga-Torrão e tiveram medo da Cobra-Escorrega. Ficaram surpreendidos com os desenhos em A4 que o Pedro lhes mostrou, desenhos que serviram de ilustração do livro. Arregalaram os olhos quando souberam que tinha demorado três semanas em média para cada um dos 15 desenhos. Depois do constrangimento inicial os miúdos foram interagindo com o Pedro e este acbou a sessão com uma avalanche de meninos curiosos acerca das novas aventuras do Gonçalo. Vitória, Vitória, Acabou a história!

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